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Sex | 22.06.12

O Jornal Verdadeiro Olhar faz 5 anos

fcrocha

Aniversário. Hoje, faz cinco anos que foi publicada a primeira edição do VERDADEIRO OLHAR. Neste espaço de tempo, tornámo-nos um título incontornável no panorama da imprensa regional dos concelhos onde actuamos. Fruto do rigor com que pautamos a informação difundida, todas as semanas somos uma referência nos temas locais. Se vem no VERDADEIRO OLHAR é porque é verdade!


Constância. Se tivesse que definir um sinal distintivo do nosso Jornal nestes cinco anos de vida, ele seria a constância. Ao longo de 262 semanas fomos sempre assíduos. O Jornal continua como foi criado: um semanário. O jornal sai todas as semanas porque colocamos como protagonista o interesse dos leitores. Não podia ser de outra forma.


Desregulado. Nestes cinco anos já assistimos à regulação deste sector pela Alta Autoridade para a Comunicação Social e pela Entidade Reguladora para a Comunicação Social. O resultado é sempre o mesmo: ninguém regula nada. Continuamos a assistir a jornais sem jornalistas, a jornalistas a venderem publicidade, a jornais que, no desespero, vendem publicidade a preços que não dão para imprimir folhas A4, até a jornais que não têm periodicidade certa. Enquanto não houver quem regule de forma séria este sector, perde a imprensa regional e, acima de tudo, perdem os cidadãos.


Há futuro. Tal como a maioria dos portugueses, também tivemos que nos adaptar a tempos mais duros, mas nunca permitimos que o VERDADEIRO OLHAR fosse um negócio mais ao menos sofisticado, votado ao mero intuito comercial. Temos consciência que a nossa função é informar e com isso dar um contributo sério à coesão deste território. Por isso, através das várias plataformas em que actuamos, damos a possibilidade a que qualquer cidadão tenha livre acesso à informação e aos conteúdos, sem constrangimentos por motivos económicos, sociais ou de localização geográfica. Aqui, acreditamos que, mais do que nunca, a região precisa de bons jornais, com bons jornalistas. Como disse Dominique Wolton, um especialista em jornalismo, o jornalista é o elo frágil da democracia, mas indispensável à sua confirmação como o único regime que verdadeiramente respeita a profissão.

 


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