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Qui | 14.01.10

Homossexualidade: casamento, adopção e educação

fcrocha

A estratégia. Na semana passada, o Parlamento aprovou uma lei que vai permitir que os homossexuais se casem. Aparentemente isto não nos afecta quase em nada. Mas de facto, é só aparentemente. O casamento gay é apenas a segunda de quatro fases da estratégia homossexual.
 
A primeira fase. Para os gays é fundamental, crucial, normalizar, vulgarizar as suas práticas. Para as vulgarizar é preciso falar muito delas, torná-las familiares, introduzir cenas destas nos filmes mais populares, fazer artigos em revistas populares. Por exemplo, após terem vindo a público os casos escandalosos de pedofilia com rapazes da Casa Pia, o lobby gay reagiu enviando comunicados para a imprensa, dizendo que estes não deveriam utilizar o termo “práticas homossexuais”, mesmo se os casos de pedofilia envolvessem homens e rapazes, como aconteceu na Casa Pia.

 

A segunda fase. O casamento. Lentamente as práticas dos homossexuais vão-se normalizando, limpando, purificando, sublimando. E aí chegados, quem poderá impedir que duas pessoas normais se casem? Mas não serve uma união civil legal. Não. Eles querem um casamento igual aos outros. Mas porquê? Chegamos à terceira fase.


A terceira fase. A adopção. Se são casados tal e qual como qualquer casal heterossexual, porque é que não têm direito a adoptar crianças? Aqui é a parte mais fácil. Basta um casal homossexual recorrer ao Tribunal Europeu dos Direitos do Homem e alcançará a terceira fase: os homossexuais poderão adoptar crianças.

 

A quarta fase. A educação. Uma luta – a dos gays – que alegadamente só pretendia garantir espaço para um certo estilo de vida, acabará por ser profundamente invasiva de outro estilo de vida. Por isso, terão necessidade de introduzir a homossexualidade no sistema educacional. Se isto acontecer, no futuro qualquer oposição das famílias à sodomia e à pederastia poderá ser considerado crime de homofobia. A tentativa de ajudar um amigo ou um adolescente a libertar-se das práticas homossexuais poderá ser considerado como violação dos direitos humanos.
 

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