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alinhamentos

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Qui | 25.03.10

Não fazemos vítimas

fcrocha

Olhar (Im)Parcial I. Já em tempos, neste mesmo espaço, expliquei que a secção “Olhar (Im)Parcial” pretende ser um lugar de opinião politica. É imparcial, porque damos o mesmo espaço a cada um dos partidos ou coligações representados nos executivos municipais da região. Também é parcial, porque cada um dos colunistas está claramente identificado com o seu partido.  


Olhar (Im)Parcial II. O colunista José Henriques Soares, quando foi convidado para escrever, era presidente do maior núcleo social-democrata de Paredes e chefe-de-gabinete do presidente da Câmara Municipal. Na altura, estava claramente identificado com o PSD. No entanto, como é do conhecimento geral, José Henriques Soares não ocupa nenhum destes cargos, nem tão pouco representa o PSD/Paredes. Assim, é de toda a justiça dar oportunidade ao PSD local de sugerir um novo colunista. O nome proposto, e que aceitamos de imediato, foi o do líder da bancada da Assembleia Municipal, José Manuel Outeiro. Quanto a José Henriques Soares, passará a escrever na secção “Opinião”. Numa altura em que tanto se fala de influência dos políticos nos meios de comunicação social, pareceu-me oportuno dar esta explicação. Como se pode ver, daqui não saem vítimas.


Às escuras I. 11 famílias de Paço de Sousa estiveram três dias sem electricidade e correm o risco de voltar a ficar às escuras daqui a oito dias. A história é igual a outras que já noticiamos: o prédio tem licença de habitabilidade, mas não tem luz definitiva. Mais dia, menos dia, a EDP corta. Este prédio tem licença de habitabilidade há 13 anos.


Às escuras II. Não se compreende como é que as câmaras municipais continuam a passar licenças de habitabilidade, sem que os prédios reúnam as condições necessárias para a obtenção de tal licença. Não se compreende como é que os bancos aceitam fazer escrituras sem verificar no local as condições do prédio. Também não se compreende como é que os moradores aceitam fazer escrituras sem acautelarem todas as condições das suas casas. A culpa, nestes casos, não é solteira.