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alinhamentos

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Ter | 25.05.10

Ecoterrorismo

fcrocha

Está quase a fazer três anos que um grupo de vândalos destruiu quase um hectare de um campo de milho. Refiro-me ao caso de Silves, onde um bando de ecologistas, que não percebem um chavelho de ecologia, invadiu uma propriedade privada.

 

Não espanta, antes encanta, a candura desta gente, nomeadamente das autoridades perante actos de vandalismo e invasão de propriedade. Com o tempo de férias à porta, este grupo deve estar a preparar outra invasão como forma de diversão estival.

 

Ignorantes perante uma realidade que não conhecem, muitas pessoas aplaudiram a bravura destas novas gentes que teimam em salvar o planeta. Gente para quem tudo vale em nome da bandeira da ecologia.

 

A única forma de combater estas seitas é tornar o conhecimento dos fenómenos ecológicos acessíveis a toda a gente e debatê-los, para que deixem de ser do conhecimento exclusivo deste gentalha que se acha mais inteligente que os outros.

 

Uma das soluções para acabar com a falácia desta gente, seria alguns partidos, principalmente os que dizem que o ambiente não é uma bandeira da esquerda, dedicarem mais atenção a este assunto e se preocuparem por informar a população do que é ecologia a serio e não o que apregoa a esquerda radical.

 

Se alguém invade uma propriedade privada está a cometer um acto ilícito. Se o proprietário numa reacção de bom senso avisa os invasores da sua acção ilegítima, ainda mais ilícito se torna. Perante uma recusa, o proprietário tem legitimidade para usar tanta força quanta aquela que for patente que o invasor estiver disposto a usar para resistir. No limite, um invasor de propriedade, se insistir em agir informado pode sofrer perigo de vida.

 

Se o caso de Silves tivesse ocorrido em Trás-os-Montes, não haveria tanto milho estragado, pois estes selvagens tinham sido corridos a balázios de chumbo grosso.