Quarta-feira, 18 de Novembro de 2015

O problema deles agora também é nosso

Um homem foi ter com um amigo que vendia castanhas junto a um banco. Quando lá chegou pediu-lhe dez euros em prestados. O vendedor, que já conhecia a fama do amigo e que tinha a certeza de que este não pagava, disse-lhe: “Não te posso emprestar o dinheiro”. “Então porquê?”- perguntou o amigo. “É que para vender aqui à porta do banco fiz um acordo com eles. Nem eles vendem castanhas lá dentro, nem eu empresto dinheiro cá fora”.

 

Vem isto a propósito dos vários textos publicados e que criticam o acolhimento dos refugiados da Síria. Aquilo que a França viveu na noite do passado 13 é apenas um bocadinho do que a maioria daquelas pessoas passou todos os dias. É disto que eles fogem. Para se perceber porque é que tantos e tantos tentam entrar na Europa é preciso compreender o que se passa do outro lado. Até à noite da passada sexta-feira todos sabíamos, mas assobiávamos para o lado. Não era nada connosco. Oxalá consigamos resolver este problema que agora é nosso. Se isso acontecer, resolvemos com toda a certeza o problema dos refugiados.

alinhado por fcrocha às 12:40

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