Quinta-feira, 11 de Dezembro de 2014

Cinco perigos mortais da cultura de hoje.

 

 

O texto não é meu, foi escrito por Tom Hoopes e foi-me enviado hoje por um amigo. O autor acredita que “a história julgará severamente a nossa civilização” devido a cinco perigos culturais muito actuais. E eles são:

 

“1. O abandono da família por parte dos homens.

 

A família foi a maior invenção da história para trazer a paz, a estabilidade e a prosperidade aos seres humanos. […] O desprezo pelo modelo de família tradicional é um factor de crucial importância no aumento da pobreza. As famílias tendem a ficar presas num círculo vicioso em que os homens abandonam suas responsabilidades e, agindo assim, “convencem” a próxima geração a seguir os mesmos passos. Quando os homens abandonam suas famílias, os filhos acabam recebendo menos educação e ficando mais expostos ao crime e à violência. Será que a história vai nos marcar como a cultura que conseguiu extinguir a instituição da família?

 

  1. O extermínio dos mais frágeis

 

“Toda sociedade será julgada com base no seu modo de tratar os membros mais fracos", declarou o papa João Paulo II, numa afirmação absolutamente certa. Ficamos horrorizados com os pecados das sociedades do passado: torturas, punições assustadoras e perseguições raciais. As culturas do passado eram muito mais brutais do que a nossa, desde que não levemos em conta o aborto. E por quê? Os historiadores do futuro ficarão horrorizados ao documentar que a mesma civilização que conseguiu tantos avanços na compreensão e no tratamento da vida humana ainda no útero também matava um milhão de crianças não nascidas por ano. […]

 

  1. A epidemia de suicídios

 

Os índices de suicídio têm aumentado ao longo do século XXI. Hoje, o gesto de acabar com a própria vida é a terceira principal causa de morte de jovens nos Estados Unidos. Em 2012, ainda nos EUA, o suicídio ultrapassou os acidentes de carro como a principal causa de morte por lesão e se tornou também a principal causa de morte entre os militares da activa. Há muitas teorias sobre o porquê deste fenómeno. Uma delas aponta para o crescente isolamento social: é cada vez menos comum as pessoas terem um confidente ou um grupo regular de amigos ou vizinhos com quem possam contar. E a solidão leva ao desespero. […]

 

  1. A sexualização infantil

 

Quanto mais as crianças usam os média modernos, mais elas são convencidas de que a sexualidade é a coisa mais importante que existe. As meninas, em especial, recebem esta mensagem desde muito jovens, através de peças de vestuário, bonecas e programas de televisão carregados de sensualidade, sem falar no conteúdo online disponível 24 horas por dia. O abuso sexual cometido contra crianças tem muito a ver com a sexualização infantil. [..]

 

  1. A coisificação da mulher

 

As gerações futuras vão se perguntar como, numa época de ênfase nos direitos e nas oportunidades para as mulheres, a nossa cultura definiu as mulheres tão disseminadamente como objectos de prazer. Uma das maiores máquinas de fazer dinheiro dentro da indústria do entretenimento é a pornografia. Nossa cultura está quase o tempo todo olhando para imagens sexuais, a maioria delas tendo as mulheres como objecto. As mulheres estão cada vez mais coisificadas, da "cultura do estupro" às imagens que nos rodeiam em quase todos os meios de comunicação. A epidemia de tráfico de seres humanos é o resultado triste, mas nem um pouco surpreendente, desta armadilha disfarçada de “liberdade”. É inegável a realidade: o grande ensaio da democracia ocidental trouxe-nos mais oportunidades e mais liberdade do que qualquer outro momento da história. Mas as fraquezas da nossa cultura actual são fatais. Sem Deus, ruiremos completa e estrondosamente.”

 

 

alinhado por fcrocha às 14:59

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