Domingo, 29 de Janeiro de 2012

M6N versão Paredes.

 Na semana passada, um grupo de cidadãos liderado por José Henriques Soares decidiu criar um movimento que é uma réplica do pacense M6N. As causas são, por enquanto, as mesmas do movimento da Capital do Móvel: a luta contra a cobrança das taxas de ligação aos ramais da água e do saneamento. Em Paços de Ferreira, este movimento serviu para catapultar a candidatura de Humberto de Brito à Câmara Municipal. Em Paredes, parece-me que servirá para o mesmo efeito. Na verdade, é o próprio José Henriques Soares que não põe de parte a hipótese de se gerar um movimento político. A diferença poderá estar no facto do PS de Paredes não ter a mesma disponibilidade do PS de Paços de Ferreira para servir de barriga de aluguer. Seja como for, começam-se a preparar as estratégias para o combate autárquico.

alinhado por fcrocha às 09:35
Sábado, 28 de Janeiro de 2012

O exemplo vem de cima.

Uma empresa de Penafiel, que emprega mais de 300 pessoas, está na iminência de fechar portas por falta de dinheiro para pagar aos fornecedores e aos funcionários. Pensará o leitor que é apenas mais uma triste notícia, como muitas outras que temos noticiado. Mas, não. Esta é uma história diferente. Primeiro, porque a empresa em causa tem muitas encomendas, ou seja, trabalho não lhe falta. Segundo, porque o devedor que está a pôr em causa a viabilidade da empresa é o Estado. Isso mesmo, o Estado! O Estado não paga à PMH há mais de um ano e a conta já ultrapassou os sete milhões de euros. De facto, como dizia Celso Ferreira na semana passada, daqui a dois anos o Estado terá as suas contas em dia, mas o país vai estar todo esburacado.


alinhado por fcrocha às 12:30
Sexta-feira, 20 de Janeiro de 2012

Laranja avermelhado…

Numa altura em que o país atravessa a mais grave crise de sempre, em que existem centenas de milhar de pessoas no desemprego, em que a economia não ata nem desata, adivinhe sobre o que é que os deputados se lembraram de legislar. Não, não foi sobre os papéis de Belém. Foi sobre a experimentação com seres humanos e sobre as barrigas de aluguer. Se está a pensar que a iniciativa legislativa foi promovida pelos partidos de esquerda, enganou-se. Foram mesmo os deputados do PSD que tiveram a triste ideia de legislar sobre este assunto. Mesmo que o assunto nunca tenha constado no programa eleitoral daquele partido.

Antes de legislar sobre estes assuntos, os deputados do PSD deviam saber que Portugal está sujeito à convenção de Helsínquia que regula a experimentação com seres humanos, a qual não é cumprida com esta proposta dos deputados laranjas.

Na verdade, os deputados do PSD estão muito defensores das causas da extra-esquerda. Não satisfeitos por permitirem a experimentação com embriões humanos, os miseráveis deputados aproveitaram a deixa e aviaram de uma só vez a lei que vai permitir as barrigas de aluguer em Portugal. Sim, assim qualquer homossexual já vai poder ter bebés. Basta que encontrem uma mulher que queira ter o filho por eles. Depois do puto nascer, passa a ser propriedade do pai Joaquim e da mãe António. Ou seja, os deputados do PSD querem que os filhos nasçam num tipo de incubadora e ao mesmo tempo reduzir a criança a um bem de consumo. É triste quando os deputados da Nação não têm mais nenhum assunto com que se preocupar. É lamentável que a prioridade dos deputados sejam todos os assuntos, excepto as dificuldades das famílias e das empresas portuguesas.

Se os deputados do PSD querem fazer experiencias destrutivas com seres humanos, porque não se voluntariam eles próprios? Não sei se a ciência saía a ganhar por causa da fraca qualidade das cobaias, mas que o país ganhava com isso, lá isso ganhava.

 


alinhado por fcrocha às 12:44
Terça-feira, 17 de Janeiro de 2012

Déjá Vu

A 20 de Setembro de 1935, António de Oliveira Salazar disse que “talvez seja mais clara agora a muitos olhos a política do Governo: quando se insiste em que as finanças equilibradas chegam a ser condição de independência e integridade pátria […] não se faz literatura política: defendem-se pela melhor maneira possível os mais altos interesses de Portugal”. Este texto foi escrito há 76 anos e podia muito bem ser subscrito pelo actual Primeiro-Ministro. Eu concordo que umas finanças equilibradas sejam importantes para o desenvolvimento do país, mas uma obsessão pelas contas públicas, com cortes cegos, pode produzir o mesmo efeito que produziram no tempo Estado Novo. Nem tanto à terra, nem tanto ao mar.  

alinhado por fcrocha às 08:24
Segunda-feira, 16 de Janeiro de 2012

Casa de ferreiro…

No momento em que o Governo exige sacrifícios aos portugueses, em que a maioria da população sente uma profunda insegurança pelo desemprego, pela crise económica, pelo estado da economia internacional, pela protecção das reformas e das poupanças, o Governo não pode, nem deve, dar sinais que afectem a credibilidade de quem nos governa.


O que os portugueses precisam e querem neste momento é um Governo com espírito construtivo, que tenha a ética como pilar de todas as decisões e que seja austero consigo próprio. Só assim, é possível devolver à sociedade a confiança nos políticos.


O PSD e o CDS passaram dez anos a denunciar – e bem – situações de clientelismo, nomeações políticas de amigos e favorecimentos. No entanto, as recentes nomeações para os conselhos de administração da Caixa Geral de Depósitos, EDP e da Águas de Portugal revelam que a bitola continua a mesma do Governo socialista. Esperava que o Governo tivesse percebido que o país necessita de ser governado com realismo e com transparência na actuação dos responsáveis públicos. É pena que os deputados da maioria, que no passado denunciaram muitos destes casos, fiquem agora apenas a bater palmas, só porque foi isso que lhes foi pedido pelos governantes.

alinhado por fcrocha às 19:19
Quinta-feira, 12 de Janeiro de 2012

Que silêncio!

A propósito de nomeações políticas pouco claras, dizia na Assembleia da Republica, no dia 23 de Fevereiro do ano passado (há menos de um ano) o deputado do CDS-PP, Artur Rêgo: “É necessário pôr um travão à pouca vergonha que tem sido a constante nomeação de simpatizantes partidários, os designados «boys», para conselhos de administração e para assessores”.

Ora, Artur Rêgo continua deputado do mesmo partido. Ainda gostava de saber o que terá a dizer o senhor Deputado sobre as nomeações para a Caixa Geral de Depósitos, EDP e Águas de Portugal. Lá que gostava de saber, gostava.

 

alinhado por fcrocha às 15:21
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Quarta-feira, 11 de Janeiro de 2012

As barrigas não se alugam

O desenvolvimento do bebé ao longo de nove meses na barriga materna, os pontapés e os incómodos no final do tempo são passos que a natureza criou para ensinarem qualquer mulher a ser mãe.
 
Nos próximos dias, o Parlamento prepara-se para aprovar uma lei que permite o recurso a barrigas de aluguer em casos de infertilidade. Para lá de outros considerandos relativos a quem pode ou não recorrer a esta possibilidade, importa perceber o que está em causa.
 
A gravidez é uma parte imprescindível do processo da maternidade, não só física, mas também afectiva e psicológica. O desenvolvimento do bebé ao longo de nove meses na barriga materna, os pontapés e os incómodos no final do tempo são passos que a natureza criou para ensinarem qualquer mulher a ser mãe.
 
É claro que os avanços da ciência nos dias que correm já permitem o recurso a inúmeras técnicas que, nos últimos tempos, nos chegaram a tentar convencer que até os homens já podem engravidar.
 
A questão é que nem tudo o que o homem já sabe fazer deve pôr em prática e o caso das barrigas de aluguer é um desses casos. Não por impedimentos científicos, mas por questões éticas e morais, como sejam a de resolver o conflito entre duas mulheres que reclamam a maternidade de uma mesma criança, sendo que uma forneceu o óvulo e outra gerou, ao longo de nove meses na sua barriga, uma vida que, sem isso, não teria condições de sobreviver.
 
Raquel Abecasis

 

 

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Domingo, 08 de Janeiro de 2012

INCONCILIABILIDADE ENTRE FÉ CRISTÃ E MAÇONARIA

REFLEXÕES A UNS ANOS DE DISTÂNCIA DA DECLARAÇÃO PARA A DOUTRINA DA FÉ


A 26 de Novembro de 1983 a Congregação para a Doutrina da Fé publicava uma Declaração sobre as associações maçónicas (cf. AAS LXXVI, 1984, 300)
 
(A uns anos de distância da sua publicação – o artigo que transcrevemos de L´Osservatore Romano é de 1985 - pode ser útil explicar brevemente o significado deste documento).
 
Desde que a Igreja começou a pronunciar-se a respeito da maçonaria o seu juízo negativo foi inspirado por multíplices razões, práticas e doutrinais. Ela não julgou a maçonaria responsável apenas de actividades subversivas a seu respeito, mas desde os primeiros documentos pontifícios sobre o assunto e em particular na Encíclica Humanum Genus de Leão XIII (20 de Abril de 1884), o Magistério da Igreja denunciou na Maçonaria ideias filosóficas e concepções morais opostas à doutrina católica. Para Leão XIII elas reportavam-se essencialmente a um naturalismo racionalista, inspirador dos seus planos e das suas actividades contra a Igreja. Na sua Carta ao Povo Italiano “Custodi” (8 de Dezembro de 1892) ele escrevia: “Recordemo-nos que o cristianismo e a maçonaria são essencialmente inconciliáveis, de modo que inscrever-se numa significa separar-se da outra”.
 
Não se podia portanto deixar de tomar em consideração as posições da Maçonaria sob o ponto de vista doutrinal, quando nos anos 1970-1980 a Sagrada Congregação estava em correspondência com algumas Conferências Episcopais particularmente interessadas neste problema, em consequência do diálogo empreendido por parte de personalidades católicas com representantes de algumas lojas que se declaravam não hostis ou até favoráveis à Igreja.
 
Agora o estudo mais aprofundado levou a S.C.D.F. a manter-se na convicção da inconciliabilidade de fundo entre os princípios da maçonaria e os da fé cristã.
 
Prescindindo portanto da consideração da atitude prática das diversas lojas, de hostilidade ou não para com a Igreja, a S.C.D.F., com a sua declaração de 26.11.83, pretendeu colocar-se no nível mais profundo e por outro lado essencial do problema: isto é, sobre o plano da inconciliabilidade dos princípios, o que significa no plano da fé e das suas exigências morais.
 
A partir deste ponto de vista doutrinal, em continuidade, de resto, com a posição tradicional da Igreja, como testemunham os documentos acima citados de Leão XIII, derivam depois as necessárias consequências práticas, que são válidas para todos aqueles fiéis que estivessem eventualmente inscritos na maçonaria.
 
A propósito da afirmação sobre a inconciliabilidade dos princípios todavia vai-se agora objectando de alguns lados que o essencial da maçonaria seria precisamente o facto de não impor algum “princípio”, no sentido de uma posição filosófica ou religiosa que seja vinculante para todos os seus aderentes, mas antes reunir conjuntamente, para além dos confins das diversas religiões e visões do mundo, homens de boa vontade com base em valores humanísticos compreensíveis e aceitáveis por todos.
 
A maçonaria constituiria um elemento de coesão para todos aqueles que crêem no Arquitecto do Universo e se sentem comprometidos em relação àquelas orientações morais fundamentais que estão definidas por exemplo no Decálogo; ela não afastaria ninguém da própria religião, mas pelo contrário constituiria um incentivo a aderir ainda mais a ela.
 
Nesta sede não podem ser discutidos os multíplices problemas históricos e filosóficos que se escondem em tais afirmações. Que também a Igreja católica estimule no sentido de uma colaboração de todos o homens de boa vontade, não é decerto necessário salientá-lo depois do Concílio Vaticano II. O associar-se na maçonaria vai todavia além, decididamente, desta legítima colaboração e tem um significado muito mais saliente e determinante do que este.
 
Antes de tudo deve recordar-se que a comunidade dos “pedreiros-livres” e as suas obrigações morais se apresentam como um sistema progressivo de símbolos de carácter extremamente absorvente. A rígida disciplina do arcano que nela predomina reforça ulteriormente o peso da interacção de sinais e de ideias. Este clima de segredo comporta, além de tudo, para os inscritos o risco de se tornarem instrumento de estratégias que lhes são desconhecidas.
 
Embora se afirme que o relativismo não é assumido como dogma, todavia propõe-se de facto uma concepção simbólica relativística, e portanto o valor “relativizante” de uma tal comunidade moral-ritual longe de poder ser eliminado, resulta pelo contrário determinante.
 
Neste contexto, as diversas comunidades religiosas, a que pertence cada um dos membros das Lojas, não podem ser consideradas senão como simples institucionalizações de uma verdade mais ampla e incompreensível. O valor destas instituições parece, portanto, inevitavelmente relativo, em relação a esta verdade mais ampla, a qual se manifesta antes na comunidade da boa vontade, isto é na fraternidade maçónica.
 
Para um cristão católico, todavia, não é possível viver a sua relação com Deus numa dúplice modalidade, isto é, dividindo-a numa forma humanitária – super-confessional e numa forma interior – cristã. Não pode cultivar relações de duas espécies com Deus, nem exprimir a sua relação com o Criador através de formas simbólicas de duas espécies. Isto seria algo de completamente diverso daquela colaboração, que para ele é óbvia, com todos aqueles que estão empenhados na prática do bem, embora a partir de princípios diversos. Por outro lado, um cristão católico não pode participar ao mesmo tempo na plena comunhão da fraternidade cristã e, por outro lado, olhar para o seu irmão cristão, a partir da perspectiva maçónica, como para um “profano”.
 
Mesmo quando, como já se disse, não houvesse uma obrigação explícita de professar o relativismo como doutrina, todavia a força “relativizante” de uma tal fraternidade, pela sua mesma lógica intrínseca tem em si a capacidade de transformar a estrutura do acto de fé de modo tão radical que não é aceitável por parte de um cristão, “ao qual é cara a sua fé” (Leão XIII).
 
Esta subversão na estrutura fundamental do acto de fé, realiza-se, além disso, geralmente, de modo suave e sem ser advertida: a sólida adesão à verdade de Deus, revelada na Igreja, torna-se simples pertença de uma instituição, considerada como uma forma expressiva particular ao lado de outras formas expressivas, mais ou menos igualmente possíveis e válidas, do orientar-se do homem para o eterno.
 
A tentação de ir nesta direcção é hoje ainda mais forte, enquanto corresponde plenamente a certas convicções prevalecentes na mentalidade contemporânea. A opinião de que a verdade não pode ser conhecida é característica típica da nossa época e, ao mesmo tempo, elemento essencial da sua crise geral.
 
Precisamente considerando todos estes elementos a Declaração da S. Congregação afirma que a inscrição nas associações maçónicas “está proibida pela Igreja” e os fiéis que nelas se inscreverem “estão em estado de pecado grave e não podem aproximar-se da Sagrada Comunhão”.
 
Com esta última expressão, a S. Congregação indica aos fiéis que tal inscrição constitui objectivamente um pecado grave e, precisando que os aderentes a uma associação maçónica não podem aproximar-se da Sagrada Comunhão, ela quer iluminar a consciência dos fiéis sobre uma grave consequência que lhes advém da sua adesão a uma loja maçónica.
 
A S. Congregação declara por fim que “não compete às autoridades eclesiásticas locais pronunciarem-se sobre a natureza das associações maçónicas, com um juízo que implique derrogação de quanto acima estabelecido”. A este propósito o texto faz também referência à Declaração de 17 de Fevereiro de 1981, a qual já reservava à Sé Apostólica todo o pronunciamento sobre a natureza destas associações que tivesse implicado derrogações da lei canónica então em vigor (cân. 2335).
 
Do mesmo modo o novo documento emitido pela S.C.D.F. em Novembro de 1983, exprime idênticas intenções de reserva relativamente a pronunciamentos que divergissem do juízo aqui formulado sobre a inconciliabilidade dos princípios da maçonaria com a fé católica, sobre a gravidade do acto de se inscrever numa loja e sobre a consequência que daí deriva para se aproximar da Sagrada Comunhão. Esta disposição indica que, apesar da diversidade que pode subsistir entre as obediências maçónicas, em particular na sua atitude declarada para com a Igreja, a Sé Apostólica nota-lhes alguns princípios comuns, que requerem uma mesma avaliação por parte de todas as autoridades eclesiásticas.
 
Ao fazer esta Declaração, a S.C.D.F. não entendeu desconhecer os esforços realizados por aqueles que, com a devida autorização deste Dicastério, procuraram estabelecer um diálogo com representantes da Maçonaria. Mas, desde o momento que havia a possibilidade de se difundir entre os fiéis a errada opinião de que a adesão a uma loja maçónica já era lícita, ela considerou ser seu dever dar-lhes a conhecer o pensamento autêntico da Igreja a este propósito e pô-los em guarda quanto a uma pertença incompatível com a fé católica.
 
Só Jesus Cristo é, de facto, o Mestre da Verdade e só n’Ele os cristãos podem encontrar a luz e a força para viver segundo o desígnio de Deus, trabalhando para o verdadeiro bem dos seus irmãos.
 
Fonte: L’Osservatore Romano, 10 de Março de 1985, pág. (115) 7

alinhado por fcrocha às 09:50
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Quarta-feira, 04 de Janeiro de 2012

Descer à terra

Na última semana do ano, o país acompanhou, a par e passo, o assim chamado “drama” de uma família açoriana, que, depois de dez anos em situação clandestina no Canadá - e depois de muitos avisos para regularizar a situação -, acabou por ser repatriada para Portugal.
 
É uma história como tantas outras, que, no Canadá como em Portugal, acaba como tem que acabar, cumprindo-se a lei.
 
Os portugueses emigrados no Canadá tiveram dez anos para regularizar a sua situação. Nunca o fizeram, tentando subterfúgios como o do pedido de asilo, para o qual, obviamente, não há razões.
 
Na hora da expulsão, a comunicação social fez deste caso uma história de perseguição aos emigrantes portugueses. Só que, como, infelizmente, muitas vezes acontece, se esqueceu de olhar para as circunstâncias objectivas, como mandam as regras do jornalismo, e se preferiu seguir o caminho da emoção sem razão, que é mais fácil e até dá mais audiências.
 
O mais grave é que nesta história embarcou até o próprio Governo, que deve agir com mais prudência e responsabilidade para não sujeitar o país a vergonhas escusadas, como a de ser ignorado com um “mais tarde respondemos” às cartas do Ministério dos Negócios Estrangeiros a pedir clemência.
 
A cereja em cima do bolo é que o ministro que pede o impossível ao governo canadiano é o mesmo que anda há anos a pedir regras claras na política de imigração.
 
Espera-se que neste ano de 2012 Paulo Portas perca um pouco o deslumbramento com as funções governativas que ocupa e não se esqueça das políticas que defende.
 
Já agora, os portugueses agradeciam que o Dr. Paulo Portas não se esquecesse também que, neste Governo, é também parceiro de coligação e ministro de Estado. O seu contributo por estas bandas tem feito falta ao país.
 
Raquel Abecasis

alinhado por fcrocha às 10:28

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