Quinta-feira, 28 de Julho de 2011

Chegamos a Valongo!

O Jornal VERDADEIRO OLHAR é há mais de quatro anos um jornal de referência na região, reconhecido pelo seu profissionalismo e pela sua independência. Por isso, em tão pouco tempo, tornou-se no único semanário regional nos concelhos de Lousada, Paços de Ferreira, Paredes e Penafiel. Temos sido inovadores em muitos sectores, algumas vezes arrojados e irreverentes, fomos capazes de estar atentos ao pulsar da sociedade em cada um destes quatro concelhos, o que nos tornou – não raras vezes – acutilantes. Ao longo de 215 edições, nunca tivemos uma única notícia que fosse desmentida. Tivemos muitas notícias que apoquentaram algumas pessoas, que originaram queixas inconsequentes na Entidade Reguladora para a Comunicação Social, mas sempre tivemos a razão do nosso lado. A maturidade deste projecto jornalístico fez-nos acreditar que estava na hora de crescer.

 

A partir desta semana, o VERDADEIRO OLHAR está em Valongo, com mais dois jornalistas, mais páginas e à venda nas 50 bancas de Alfena, Campo, Ermesinde, Sobrado e Valongo.


Pode-se questionar se não faria mais sentido crescer para outros municípios do Vale do Sousa ou até para o Tâmega. A resposta é: não! Por duas razões. A primeira é porque não acredito que a junção da região do Vale do Sousa ao Tâmega traga benefícios a qualquer uma delas que sofrem de inúmeras carências. A junção de dois coxos não faz um homem perfeito. E se os coxos forem da mesma perna, é pior a emenda que o soneto. O segundo motivo é o facto de acreditar que os nossos leitores têm uma socialização mais forte com o Grande Porto do que com os concelhos a noroeste.


Por tudo isto, os leitores de Valongo podem contar connosco. Viemos para ficar. Com uma certeza: este não é um projecto político. É um jornal feito por jornalistas livres, profissionais e responsáveis, que respeitam todas as condições que a profissão exige. Queremos ser o que já somos nos restantes concelhos: um jornal influente.

alinhado por fcrocha às 17:18
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Sábado, 23 de Julho de 2011

Um passo à frente.

A Mostra Mobiliário – Rota dos Móveis deste ano foi em Azeitão. Dizem a autarquia e os empresários que tiveram mais de 20 mil visitantes e que algumas empresas chegaram mesmo a duplicar o volume de vendas.

 

Está visto que esta feira nunca mais deve voltar a ser feita no concelho por duas razões. A primeira, porque não acredito que uma pessoa da zona centro ou sul do país venha a Paredes para comprar mobiliário. Se vier, vai a Paços de Ferreira que, quer se queira ou não, ganhou a fama de ser a capital do móvel, mesmo que efectivamente não o seja. O segundo motivo é porque faz todo o sentido que os empresários deste concelho exponham os seus produtos perto dos potenciais compradores.

 

Este ano foi em Azeitão, para ano pode ser em Faro ou em qualquer outra cidade portuguesa. A Mostra de Mobiliário deve ser itinerante. Se assim for, estará um passo à frente dos vizinhos da Capital do Móvel que vêm as suas sucessivas férias perderem importância, visitantes e expositores a cada ano que passa.

alinhado por fcrocha às 12:45
Sexta-feira, 22 de Julho de 2011

Inconsequente!

Há pouco mais de um ano, o vereador da Câmara Municipal de Paredes, Cândido Barbosa, acusou publicamente um funcionário de ter desviado mais de 21 mil euros. Em consequência disso, a autarquia despediu o funcionário.

 

Esta semana, a história volta às páginas dos jornais por causa de uma providência cautelar que obriga o município a readmitir o funcionário.  Mas isso é uma questão menor. A questão principal está na acusação que Cândido Barbosa fez. Na verdade, em vez dos tais 21 mil euros, o funcionário é acusado de desviar – espante-se! – 32 euros.

 

Como é que é possível um responsável político fazer uma acusação deste tamanho para no fim dar como provado uns trocos? E por ter desviado 32 euros um funcionário deve ser despedido? Na mesma câmara onde um outro, por acusações bem mais graves, foi suspenso mas manteve o vencimento?

 

Acusar alguém de ter roubado 21 mil euros e a seguir concluir que se trata de um de desvio de 32 euros é um acto de leviandade que tem que ter consequências. Cândido Barbosa não é inimputável.

alinhado por fcrocha às 11:31
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Quinta-feira, 21 de Julho de 2011

Falta de critério

Há uns dias, houve a marcha do “orgulho gay” na cidade do Porto. Na véspera, a SIC noticiou a marcha e disse que eram esperadas mais de duas mil pessoas. No dia seguinte, a tal marcha onde eram esperados os dois milhares de manifestantes ficou-se por umas poucas dezenas. A SIC noticiou dizendo que, nesse sábado, desfilaram nas cidade do Porto duas centenas de orgulhosos gay. Sobre o número ter ficado aquém do que a organização anunciou, nem uma palavra.

 

No mesmo dia, o Presidente da República patrocinou o torneio de golfe “Taça Portugal Solidário”, cujas receitas obtidas através dos apoios financeiros de empresas às equipas participantes se destinam à Associação dos Diabéticos de Portugal. A iniciativa conseguiu angariar 45 mil euros para a referida instituição. O que noticiou a mesma televisão sobre isto? A SIC deu ênfase ao facto da verba angariada este ano ser inferior à do ano passado. Se a SIC usasse com a manifestação gay o mesmo critério que usou com torneio de golfe, teriam aparecido meia dúzia de orgulhosos a reclamar de forma furiosa, exasperada e cegos pela raiva, acusando tudo e todos de xenofobia.

alinhado por fcrocha às 08:56
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Terça-feira, 19 de Julho de 2011

Conversas e golos

Por: JOÃO CÉSAR DAS NEVES

 

A economia portuguesa está na situação habitual da selecção nacional: além de ter de ganhar todos os jogos para conseguir o apuramento, depende ainda do resultado de outros encontros. O memorando da troika tem de ser cumprido mas não chega. Só se a Europa vencer alguns desafios financeiros é que seremos repescados.

 

Este paralelo entre as situações económica e futebolística é bastante mais profundo do que parece. O País, como aconteceu tantas vezes à nossa equipe, mudou de seleccionador nacional. O novo plantel de Passos Coelho criou boas expectativas, recuperando-se alguma esperança. O prognóstico para os próximos jogos é moderadamente optimista. Ou razoavelmente pessimista segundo a maioria.Chegámos a esta situação ambígua porque o anterior treinador, excelente nas conferências de imprensa, acumulou derrotas dentro das quatro linhas. Em Setembro de 2008, quando o campeonato aqueceu decisivamente na crise mundial, nós ainda dependíamos só de nós. Após quinze anos de endividamento a pontuação era fraca, desanimante mesmo, mas seria possível assegurar a passagem à fase seguinte apenas com os nossos resultados. Os erros tácticos e as oportunidade perdidas dos últimos três anos deixaram-nos com uma mera possibilidade matemática de apuramento.

 

Claro que, como acontece no futebol, também na situação económica as culpas nunca são dos jogadores. Nas análises de bancada os responsáveis são sempre o árbitro, o relvado ou os juízes de linha.

 

Antes de mais a culpa é da Europa e do FMI, responsáveis máximos das nossas dificuldades. Mas desta vez acusar o árbitro roça o inacreditável. A chamada troika do Fundo, Comissão e Banco Central veio ter connosco com um enorme saco de dinheiro, precisamente no momento em que ninguém nos empresta. Aliás é bom lembrar que fomos nós, em desespero, que recorremos a eles. Junto com o empréstimo, a troika trouxe um conjunto de condições que, vistas honestamente, são sensatas e indispensáveis. Podem não ser suficientes, mas são necessárias. Criticar o árbitro que marcou um penálti a nosso favor e ainda recomenda boas tácticas é suprema tolice. A alternativa que alguns sugerem -rejeitar a ajuda, renegociar a dívida e sair do euro-implicaria fazer o ajustamento, não em três anos, mas em três minutos. Com o mercado fechado e sem apoio internacional, o país teria um colapso imediato.

 

A qualidade do relvado é também desculpa habitual. Por isso tantos criticam os mercados selvagens e irracionais. Mas ninguém disse mal deles enquanto nos endividávamos alegremente nos últimos 15 anos. Como sempre, os bancos e investidores são excelentes quando emprestam e vilões ao exigirem juros. Porque, é bom que se diga, ninguém pretende que liquidemos a dívida e os mercados até gostariam de nos emprestar bastante mais. Apenas exigem garantias de pontualidade no pagamento das prestações. Foi a incapacidade de cumprir isso que nos trouxe a este extremo.

 

Ultimamente, porém, a maior raiva está reservada aos juízes de linha, as agências de rating. A Moody's há dias, ao baixar a notação da nossa dívida, mereceu críticas arrasadoras de todos os quadrantes nacionais e internacionais. Na véspera o Dr. Silva Lopes, uma das nossas vozes mais respeitadas, afirmara precisamente o mesmo: Portugal não é diferente da Grécia e o empréstimo de 78 mil milhões é "largamente insuficiente" (Lusa, 4/Jul). Estas posições podem ser consideradas demasiado negativas, mas são plausíveis. O economista foi louvado no Expresso de 9 de Julho pela sua coragem enquanto o mesmo jornal arrasava a Moody's. Como sempre gostamos de criticar o nosso clube, mas não admitimos que outros o façam. O que realmente aconteceu aqui é que a Europa quer validar um golo nosso marcado fora de jogo e para isso silencia o juiz de linha.

 

Na economia, como no futebol, não conta a conversa mas os golos. O campeonato está difícil e podemos ser desclassificados. Mas a arbitragem torce por nós e está ansiosa que ganhemos. O que há a fazer é esquecer tretas e especulações e chutar à baliza.

 

Fonte: DN 2011-07-18

alinhado por fcrocha às 10:04
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Sexta-feira, 08 de Julho de 2011

NADA ME FALTARÁ

por MARIA JOSÉ NOGUEIRA PINTO

 

Acho que descobri a política - como amor da cidade e do seu bem - em casa. Nasci numa família com convicções políticas, com sentido do amor e do serviço de Deus e da Pátria. O meu Avô, Eduardo Pinto da Cunha, adolescente, foi combatente monárquico e depois emigrado, com a família, por causa disso. O meu Pai, Luís, era um patriota que adorava a África portuguesa e aí passava as férias a visitar os filiados do LAG. A minha Mãe, Maria José, lia-nos a mim e às minhas irmãs a Mensagem de Pessoa, quando eu tinha sete anos. A minha Tia e madrinha, a Tia Mimi, quando a guerra de África começou, ofereceu-se para acompanhar pelos sítios mais recônditos de Angola, em teco-tecos, os jornalistas estrangeiros. Aprendi, desde cedo, o dever de não ignorar o que via, ouvia e lia.
 
Aos dezassete anos, no primeiro ano da Faculdade, furei uma greve associativa. Fi-lo mais por rebeldia contra uma ordem imposta arbitrariamente (mesmo que alternativa) que por qualquer outra coisa. Foi por isso que conheci o Jaime e mudámos as nossas vidas, ficando sempre juntos. Fizemos desde então uma família, com os nossos filhos - o Eduardo, a Catarina, a Teresinha - e com os filhos deles. Há quase quarenta anos.
 
Procurei, procurámos, sempre viver de acordo com os princípios que tinham a ver com valores ditos tradicionais - Deus e a Pátria -, mas também com a justiça e com a solidariedade em que sempre acreditei e acredito. Tenho tentado deles dar testemunho na vida política e no serviço público. Sem transigências, sem abdicações, sem meter no bolso ideias e convicções.
 
Convicções que partem de uma fé profunda no amor de Cristo, que sempre nos diz - como repetiu João Paulo II - "não tenhais medo". Graças a Deus nunca tive medo. Nem das fugas, nem dos exílios, nem da perseguição, nem da incerteza. Nem da vida, nem na morte. Suportei as rodas baixas da fortuna, partilhei a humilhação da diáspora dos portugueses de África, conheci o exílio no Brasil e em Espanha. Aprendi a levar a pátria na sola dos sapatos.
 
Como no salmo, o Senhor foi sempre o meu pastor e por isso nada me faltou -mesmo quando faltava tudo.
 
Regressada a Portugal, concluí o meu curso e iniciei uma actividade profissional em que procurei sempre servir o Estado e a comunidade com lealdade e com coerência.
 
Gostei de trabalhar no serviço público, quer em funções de aconselhamento ou assessoria quer como responsável de grandes organizações. Procurei fazer o melhor pelas instituições e pelos que nelas trabalhavam, cuidando dos que por elas eram assistidos. Nunca critérios do sectarismo político moveram ou influenciaram os meus juízos na escolha de colaboradores ou na sua avaliação.
 
Combatendo ideias e políticas que considerei erradas ou nocivas para o bem comum, sempre respeitei, como pessoas, os seus defensores por convicção, os meus adversários.
 
A política activa, partidária, também foi importante para mim. Vivi-a com racionalidade, mas também com emoção e até com paixão. Tentei subordiná-la a valores e crenças superiores. E seguir regras éticas também nos meios. Fui deputada, líder parlamentar e vereadora por Lisboa pelo CDS-PP, e depois eleita por duas vezes deputada independente nas listas do PSD.
 
Também aqui servi o melhor que soube e pude. Bati-me por causas cívicas, umas vitoriosas, outras derrotadas, desde a defesa da unidade do país contra regionalismos centrífugos, até à defesa da vida e dos mais fracos entre os fracos. Foi em nome deles e das causas em que acredito que, além do combate político directo na representação popular, intervim com regularidade na televisão, rádio, jornais, como aqui no DN.
 
Nas fraquezas e limites da condição humana, tentei travar esse bom combate de que fala o apóstolo Paulo. E guardei a Fé.
 
Tem sido bom viver estes tempos felizes e difíceis, porque uma vida boa não é uma boa vida. Estou agora num combate mais pessoal, contra um inimigo subtil, silencioso, traiçoeiro. Neste combate conto com a ciência dos homens e com a graça de Deus, Pai de nós todos, para não ter medo. E também com a família e com os amigos. Esperando o pior, mas confiando no melhor.
 
Seja qual for o desfecho, como o Senhor é meu pastor, nada me faltará.
 
Fonte: DN, 07.07.2011

alinhado por fcrocha às 11:51
Quinta-feira, 07 de Julho de 2011

Editorial de 08 de Julho de 2011.

Uma praga. Todos sabemos que o mercado imobiliário está pelas ruas da amargura, que os construtores não vendem as casas e que os bancos cortaram o crédito. Mas isso dá legitimidade os senhores da Remax para contaminar a cidade de Paredes com folhetos colados em todas as caixas de Multibanco, nas paredes dos prédios e em tudo que é poste de iluminação? Isto não é publicidade em local público? A autarquia não pode taxar esta publicidade? Estão lá os contactos. Já que poluem, pelo menos que paguem.

 

Vergonhoso. Esta semana, um jornal nacional revelou que, só em dois hospitais de Lisboa, já existem 8.238 idosos abandonados. E ainda não começaram as férias! É triste que uma sociedade que se diz moderna de um país europeu tenha comportamentos animalescos. À sociedade actual preocupa o abandono dos animais. Os velhos, os pais de alguém que só vão servir de estorvo nas férias, metem-se num hospital. Trata-se de uma brutalidade, uma selvajaria que custa a crer seja praticada por seres humanos.

 

Desespero. Na última Assembleia Municipal de Paredes, Celso Ferreira perdeu a paciência com a bancada parlamentar do seu partido. Alguns poderão classificar este acto como arrogância, eu chamar-lhe-ia desespero. Eu explico. Independentemente do que faz poder ser bom ou mau para o concelho, Celso Ferreira faz! Só que faz tudo sozinho. Desde o primeiro mandato que se nota que o autarca não tem assessores, nem parceiros de partido à altura do seu ritmo. Por isso, faz tudo sozinho. Fazer tudo sozinho desgasta. Na última Assembleia, Celso Ferreira desesperou porque descobriu que até os membros da bancada parlamentar vai ter que ser ele a prepara-los. O problema do autarca de Paredes é estar rodeado de gente que lhe jura fidelidade e devoção, mas que asfixiam todo o espaço de inteligência. Alguns, não passam mesmo de autênticos “yes man” acéfalos.

alinhado por fcrocha às 12:10
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Sexta-feira, 01 de Julho de 2011

Explicar o que está torto para poder corrigir

A apresentação do Programa do Governo fez-nos despertar um pouco mais para a real situação do país. Acredito que as pessoas não estão prevenidas, nem mentalizadas, para o programa de austeridade que aí vem.

 

As medidas aprovadas pela Troika, provavelmente, não irão resolver o nosso problema, mas devem ser aplicadas na totalidade por este Governo. Embora possa parecer uma contradição, na verdade não o é. Se durante um ano houver um esforço de consolidação das contas públicas, um tentativa de relançamento da economia, é provável que tenhamos depois condições para renegociar o pacote de resgate e construirmos um plano adequado à nossa verdadeira situação, que é uma herança bem mais pesada e ruinosa do que a conhecida publicamente.

 

Há quem olhe para a Grécia e tente criar paralelismos com a situação portuguesa, tentando encontrar razões para a não aplicação do acordo com a Troika. As diferenças são muitas, a nossa situação não é, felizmente, igual à da Grécia.

 

Afinal, porque é que a Grécia está nesta situação? Para além de todo o despesismo louco dos gregos, é necessário perceber que a Grécia, ao longo dos últimos quatro anos, não aplicou as medidas de austeridade acordadas com a Troika. Para se ter uma noção do que a Grécia está a fazer, vejamos o que aconteceu na companhia ferroviária grega. O governo grego acordou em reduzir o número funcionários desta empresa pública que tem 5.800 pessoas a trabalhar. O que o governo grego fez foi retirar 1.800 funcionários desta empresa e transferi-los para uma outra empresa pública. Ou seja, o resultado desta medida foi zero.

 

Para que não nos aconteça o que está a acontecer aos gregos é essencial que o Governo português aplique as medidas na totalidade e sem ceder à teia de corporações.

 

A situação que vivemos é uma situação de excepção e todas as situações de excepção são perigosas. Para não corrermos riscos desnecessários, é indispensável que o Governo tenha a capacidade de fazer com que cada português perceba cada uma das medidas aplicadas e se sinta envolvido e participante neste projecto nacional.

alinhado por fcrocha às 17:53
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