Sábado, 29 de Maio de 2010

O Papa bem nos avisou

O texto que se segue foi escrito pela jornalista Aura Miguel. Está assinado por ela, mas podia muito bem ser assinado por qualquer um dos cidadãos que – como eu – se sentiram traídos pelo ainda Presidente da Republica.

 

“Precisamos de verdadeiras testemunhas de Cristo e não de pessoas falsas; sobretudo onde o silêncio da fé é mais amplo e profundo, como por exemplo na política".

 

Porque em tais âmbitos - disse o Papa em Portugal - não faltam crentes envergonhados que dão as mãos ao secularismo e constroem barreiras à inspiração cristã.”

 

Pois, aqui está uma boa definição de C.S.. Que pena, senhor presidente. Se o senhor tivesse assumido a sua posição antes de Bento XVI vir ao nosso país, teria sido mais honesto para com o Papa e para com os portugueses... Mas não. O senhor tomou a típica opção que desprestigia a política: encheu-nos de palavreado e lindos discursos de sabor cristão, para afinal fazer o contrário do que insinuou durante os quatro dias que andou com o Papa.

 

Para quê senhor presidente? Para ganhar mais votos? O senhor sentou-se lá à frente na missa e ouviu certamente o que o Papa disse: ”o acontecimento de Cristo é a força da nossa fé e varre qualquer medo e indecisão, qualquer dúvida e cálculo humano (...) mas é preciso que esta fé se torne vida em cada um de nós".

 

O PR fez exactamente o contrário disto, dois dias depois de se despedir do Papa.

 

alinhado por fcrocha às 14:56

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